Eu agora que não sei
posso sair da sua vida
e rir
nua, sua, à toa.
Não devo satisfações,
não devo nada
nem a você
nem a ninguém.
Eu, agora que não sei,
não quero nem saber
o que pensam de mim:
passa fora!
Não compro, não pago,
não sei que horas são,
não visto etiqueta
nem ideologias.
Eu, agora que não sei,
é tão bom acordar,
perambular nos jardins de mim
e desanuviar, desanuviar...
Solineide Maria, poetisa e escritora itabunense e minha amiga
Catherine minha amiga, que honra fazer parte desse espaço. E que maravilha saber que a distância nunca diminuirá nossa ternura!
ResponderExcluirAmei seus textos. Engraçado que tenho uma Bete, a minha é sem tê agá no final. rs
Amo-te muito querida voz feminina!